sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Seleção de bolsistas - Bolsa BIG/Prae




Seleção de bolsistas - Bolsa BIG/Prae

Aberta seleção de 02 bolsistas -

Projeto: A lei 10639 e seus desdobramentos: acompanhando o trabalho de gestores e educadores na organização e realização do prêmio Akoni da Secretaria Municipal de Educação de Guarulhos

Prazo de incrição: de  01/08 a 15/08/2012


Os interessados devem escrever email demonstrando interesse para um dos professores responsáveis.

Prof. Dr. Cleber Santos Vieira  (Departamento de Educação EFLCH)

Prof.ª Dr.ª  Edna Martins (Departamento de Educação EFLCH)

Prof. Dr. João do Prado Ferraz de Carvalho (Departamento de Educação EFLCH)


domingo, 1 de julho de 2012

ASSEMBLEIA GERAL DE PEDAGOGIA

ASSEMBLEIA GERAL DE PEDAGOGIA

dia 03 de Julho de 2012 -  Terça Feira no campus. As 18:30

PAUTA:
  • Rumos da greve
  • Confirmação * do ENEPe 2012 (Ultimo dia para assinar lista que confirma o interesse em participar do evento, fundamental para garantir vaga no onibus, nao é necessario ter pago inscrição)


 
Centro Acadêmico de Pedagogia Cecília Meirelles    
 
Gestão "É Agora José!" 2011/2012 - UNIFESP - EFLCH - Guarulhos/SP/BR
 
 

sexta-feira, 29 de junho de 2012

ENEPe 2012 (Encontro Nacional dos Estudantes de Pedagogia)

PRÉ-ENEPe
 
Convidamos para o pré- ENEPe todos aqueles interessados em participar do ENEPe 2012(14-21 de julho), em Belo Horizonte!
 
Nessa reunião conversaremos sobre:
 
-         O caráter do Encontro;
 
-          Repasse dos Encontros anteriores;
 
-         Critérios para fechar a lista definitiva de participantes!
 
Por isso sua presença é fundamental...
 
Em virtude da inconstância de horários e dias que o Campus Guarulhos está aberto, optamos por marcar dois pré-ENEPe: um no Campus (essa sexta) e outro em São Paulo (esse sábado) na sede do DCE, para que possamos garantir esta reunião de extrema urgência!
 
Dia: 29/06 (sexta)
 
Hora: 19h
 
Local: Campus Guarulhos
 
e
 
Dia: 30/06 (sábado)
 
Hora: 10h30
 
Local: Sede DCE (Rua Pedro de Toledo, 840 – Metrô Santa Cruz)
 
Pedimos desculpas por essa reunião tardia, mas a gestão estava com dificuldades para marcar essa reunião, em virtude dos últimos acontecimentos no Campus!
 
Centro Acadêmico de Pedagogia Cecília Meirelles    
 
Gestão "É Agora José!" 2011/2012 - UNIFESP - EFLCH - Guarulhos/SP/BR
 
 




terça-feira, 19 de junho de 2012

NOTA DE REPÚDIO À AÇÃO DA DIRETORIA ACADÊMICA E DA POLÍCIA MILITAR NO CAMPUS GUARULHOS DA UNIFESP

Os Centros Acadêmicos da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, declaram total repúdio à ação truculenta da Polícia Militar do Estado de São Paulo no Campus Guarulhos da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), bem como a solicitação da força policial pela Diretoria, no dia 14 de junho de 2012.

Diversos membros dos Centros Acadêmicos estiveram presentes no campus e puderam presenciar toda a violência e brutalidade presentes em mais uma desastrosa ação da Polícia Militar. Deste modo, repudiamos também qualquer versão que busque justificar o fato ocorrido.

O dia 14 de junho de 2012 foi marcado por violência e desespero e o Campus Guarulhos, da Universidade Federal de São Paulo, convertido em um verdadeiro cenário de guerra.

Naquele dia foi realizada uma Assembleia Estudantil Intercampi. Quando encerrada, os estudantes realizaram uma passeata pelo bairro, manifestação pacífica, que correu conforme previsto. Ao retornarem para o Campus, parte dos manifestantes continuou a ação em frente à Diretoria Acadêmica com palavras de ordem contra a atual gestão da EFLCH.

Com a chegada da PM, os manifestantes passaram a repetir palavras de ordem exigindo que esta se retirasse do espaço da Universidade. Quando, então, uma estudante foi sumariamente detida, sem justificativas, sendo tratada com grande violência. O que gerou um grande sentimento de revolta entre os estudantes. (Link para vídeo destes momentos http://noticias.uol.com.br/videos/assistir.htm?video=imagens-mostram-tumulto-entre-estudantes-da-unifesp-e-pm-04024E9C316AD8C12326&mediaId=12865199).

A partir daí, os policiais passaram a disparar suas armas e explodirem bombas de efeito moral para afastar os outros estudantes, chegando a ferir alguns presentes e instaurando um clima de pânico generalizado, que desencadeou correria, tumulto e a histeria de alguns indivíduos que ficaram fora de si.

Consideramos negligente a atitude tomada pelo diretor acadêmico, cujo dever é garantir a integridade da Comunidade Acadêmica e, deste modo, trazemos a público alguns fatos importantes:
1.    A Polícia Militar foi acionada sem que os demais funcionários presentes no campus fossem devidamente comunicados. Havia muitos funcionários e alunos no campus que não participavam da manifestação e que utilizavam as dependências da cantina, biblioteca, laboratório de informática e administração.

2.    Havia crianças no campus naquele momento; o Diretor do campus tinha plena ciência do fato, como mostra o áudio da ligação feita para a polícia, divulgado pela mídia. (Link: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/06/audio-mostra-que-unifesp-chamou-pm-para-manifestacao-de-alunos.html)

3.     Os estudantes foram detidos ao acaso, quando corriam em direção ao Restaurante Universitário onde, por fim, se viram encurralados pela polícia. Inclusive alunos que não participavam da manifestação foram presos. Entre eles estão um ex-aluno e uma estudante de outra instituição de ensino. Ambos figuram entre os vinte e seis detidos.

4.     Após gerar o pânico inicial, os PMs se postaram diante dos portões com armas empunhadas e se negaram a dialogar, expulsando funcionários e estudantes. Estes, além de impedidos de permanecer dentro do campus, alertavam que além dos manifestantes havia muitos outros estudantes que utilizavam a cantina, a sala de informática e a biblioteca, bem como crianças e que, todos apavorados, precisavam ter sua saída garantida.

5.    Os estudantes, de ambos os sexos, detidos e algemados, foram submetidos à tortura física e psicológica e tornaram-se alvo de agressões com o uso de cassetetes, spray de pimenta e deflagração de explosivos próximo ao seu entorno.

6.    A quase totalidade de policiais presentes naquela noite não portava identificação de qualquer natureza.

7.    Os estudantes foram levados pela Polícia Militar em um ônibus civil, de linha municipal da Prefeitura de Guarulhos.

Entendemos que todos esses fatos relatados até aqui são ainda mais inadmissíveis por compreendermos que a Polícia Militar é uma instituição despreparada para lidar com uma série de situações; sua atuação sempre envolve o uso de força desmedida com ações extremamente violentas, como ocorre cotidianamente nas regiões de periferia e nos mais variados atos e mobilização.

Dessa forma, quando a diretoria do campus se utiliza dessa instituição para recompor a ordem ela está sendo conivente com essas ações e está deliberadamente promovendo a violência.

Por isso repudiamos a postura do Diretor Acadêmico Prof. Dr. Marcos Cezar de Freitas em ser conivente as ações da Polícia Militar no Campus Guarulhos no dia 14 de junho de 2012.

Compreendendo que segurança é sinônimo de proteção e não de violência institucional, ou violência de Estado. Reafirmamos a recomendação da Comissão de Direitos Humanos da ONU que prevê o fim das Polícias Militares, que vem violando, sucessivamente, os direitos humanos do povo brasileiro.

Esclarecemos ainda que as entidades signatárias continuam defendendo o direito de luta e reivindicação, assim como defendem o diálogo e o debate como fundamentais à Universidade.

Centro Acadêmico de Pedagogia Cecília Meireles – CAPED
Centro Acadêmico de História da Arte – CAHARTE
Centro Acadêmico de História – CAHIS
Centro Acadêmico de Letras – CAEL
Comissão Pró-CACS
Comissão Pró-CAFIL